A
região está relativamente preservada,
apesar do impacto que o avanço da fronteira
agropecuária
e o aumento do turismo representam para o meio ambiente.
Bonito é um caso raro, onde há forte
sistema de auto-regulação, com os próprios
empresários de ecoturismo se encarregando de
adotar normas rigorosas de cumprimento à legislação
ambiental. Impressiona o turista e serve de exemplo.
O escritório do Ibama na cidade tem pouca ocorrência
de multa (em 2003) nas atividades de ecoturismo em
si. Em volta, na região de Bonito;Bodoquena,
o que dá trabalho mesmo é o corte
ilegal de madeira e o fogo.
Ambientalistas
e ativistas de ongs constataram também o grave
problema da grilagem
de terras, entre o Parque
Nacional da Serra da Bodoquena e antigas terras
de tribos indígenas que foram ficando apertadas
entre a civilização de conquista e o
chaco, tendo do outro lado os espanhóis.
É sem dúvida o mais completo caso de
uma cidade adotar o ecoturismo sustentável
e ver neste ramo de negócios sua glinha dos
ovos de ouro. Logo, a palavra de ordem tem sido preservar.
Junto com as longas distâncias e a natureza
dos passeios, o ideal é chegar em Bonito, estudar
o menu de opções e contratar serviços
diários por agências especilizadas. Eles
levam, fazem o passeio e lhe trazem ao final para
o hotel que você escolher (de preferência
antes).
Bonito tem das melhores infraestruturas de ecoturismo
em funcionamento no interior brasileiro. Devido às
características de atividades como flutuação,
pesca esportiva em certas épocas, trilhas,
rapel e travessia de cachoeiras em botes, todo o turismo
é organizado através de agências.
Não há como simplesmente chegar e ir
aos passeios se não estiver integrado em grupos
guiados, transportados até os ecopontos. Planeje
antes o que vai fazer, estude pela internet e depois
contacte sua operadora de turismo - ou entre em contanto
com o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) da Prefeitura
de Bonito.
Veja Dicas.