Há
testemunhos em Serranópolis
(GO) de como, durante dias e semanas, o carpinteiro
contratado pela ong de Brasília, encarregado
tão somente de fazer a passarela e o corrimão
de madeira na RPPN
Pousada das Araras - para impedir que os visitantes
toquem nos desenhos pré-históricos -
conversava com outros trabalhadores em volta, sobre
o que era e o que diziam que era cada coisa misteriosa
daquelas. Quando se deram conta, ele tinha já
"retocado" por sua conta, às escondidas,
dezenas de inscrições, para provar suas
teses, de que era não era tal bicho, ou que
o pigmento seria vegetal apenas, entre outras. A RPPN
foi multada na Justiça, mas as inscrições
até agora não foram restauradas por
profissionais, apesar de seu incalculável valor
arqueológico, como patrimônio da humanidade.
Os danos precisam ser reparados pelos responsáveis,
contratando restauradores especializados, sob supervisão
do Iphan. E o Ministério Público precisa
cobrar na Justiça também a parcela de
culpa da tal ong,
que continua impune, operando com recursos externos
com contrapartidas de dinheiro público.
Clique nas
miniaturas para ver algumas das interferências,
que precisam ser restauradas