Nome
tirado de um peixe famoso, a cidade de Aruanã
(GO) era um centro de atração de tribos
carajás do Araguaia colonial. Tornou-se o porto
da antiga capitania de Goyas, cuja capital, Vila Boa,
está relativamente próxima. Hoje, transformada
em cidade-balneário, sua praça principal,
à beira rio, preserva o monumento ao goiano Couto
de Magalhães, figura importante do século
19 que investiu na idéia de vapores navegando
de Aruanã até Belém do Pará.
Principal centro receptor e dispersor de turismo no
Araguaia, a cidade luta agora pela preservação
da natureeza como fonte da nova economia, que substituiu
a fase da devastação pela agropecuária
e turismo predatório. Acessível a partir
de Goiânia e Goiás Velho. Fica logo abaixo
do ponto em que o rio Vermelho, que nasce em Goiás
(GO), deságua no Araguaia. Dispõe de hotéis
e pensões. Ao lado, tem uma pequena mini-reserva
do que sobrou dos antigos guerreiros carajás.
Foco do trabalho da agência ambiental do Estado.
O Ibama costuma estar presente, a partir de Lujis Alves.
De Aruanã organizam-se os acampamentos, ao longo
de praias acima e abaixo, por dezenas de quilômetros.
Entrar nas lagoas é periogoso, pois tem mais
piranha. |